Do Autor

É retardo mental ou gosto artístico. É piadas e comentários idiotas ou reclamação sobre amores platônicos. É sensibilidade romântica, quase sonhadora, ou mente poluída. É ironia ou sinceridade. É insanidade ou covardia. Depende de você.

Sabe exatamente quem é, bem como os aspectos positivos e negativos relacionados. Só não faz a menor idéia de como utilizar essa informação.

Às vezes exagera. Fala (muita) merda na hora errada, mas também reclama que algo nunca aconteceu quando a culpa é exclusivamente dele.

Vive num mundo edificado nos seus próprios sonhos e devaneios ao invés de se focar na realidade.

Tem o péssimo hábito de ser prolixo. Isso significa que muitas vezes ele será cansativo, maçante, extenuante, etc. Que ele tem a mania de escrever complicado, com frases longas – é muito útil isso numa discussão. E, o que é pior, isso não passa de uma tentativa fútil e idiota de demonstrar alguma inteligência (se você não tem o que dizer, ponha-se a falar).

Erra toda hora, e muitas vezes não aprende nada com seus erros. O que define suas relações, portanto, é a capacidade dos outros de aceitar ou não esses erros. Tem se esforçado para conseguir suportar melhor os erros dos outros, mesmo que para tal tenha que se martirizar calado.

Muitas vezes se diminui. Algumas vezes, ele se diminui pra tentar fazer um(a) amigo(a) se sentir um pouco melhor. Outras vezes, era apenas uma forma velada de chamar a atenção. Mas, na maior parte dos casos, é apenas por hábito mesmo.

É confusão psicológica. Alguns dias acorda certo de que tem feito tudo o que pode pelas pessoas, e no dia seguinte se sente a pior pessoa do mundo por não conseguir compreender defeitos insignificantes.

Extremamente observador, embora distraído. Não observa detalhes e nem mesmo fatos isolados, mas olhares, mentiras, cabelos e vozes. Talvez seja mera ilusão, mas se julga capaz de conhecer as pessoas numa única ocasião.

Precisa constantemente de massagem no ego, e se odeia por isso. Recentemente aprendeu que orgulho não leva a nada, e que a sensação de fazer algo imprevisível é viciante.

Desaprendeu a insistir. Talvez, até mesmo a pedir.

Nunca fala sobre o que sempre sentiu. Fala sobre o que vê, o que acha, o que tem sentido. Mas prefere manter ocultas suas perturbações. Quando se sente sufocado, escreve.

Não saberia viver sem música. Ainda vai tocar gaita.

Está falando de si na terceira pessoa do singular mas não para se vangloriar. Fica um pouco mais fácil (mas não muito) analisar um labirinto vendo-o de um plano diferente, superior, do que estando perdido em seus corredores.

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